Peças para o próximo leilão

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  • Folder. Alécio de Andrade - Itinerário da Infância. Petite Galerie, Rio de Janeiro, 1966. Textos: Marques Rebelo, Roberto Alvim Correira. Folder sem paginação, 6 faces.
  • Thomaz Farkas - Estudos Fotográficos. Textos: Helouise Costa, Sergio Burgi, entre outros. Instituto Olga Kos. 160 páginas. Capa dura, sobrecapa, grande formato. Textos em português e inglês.
  • Henri Cartier- -  Coleção Photo Poche. Texto Jean Clair. Editora Cosac Naify. 144 páginas. Henri Cartier-Bresson (1908-2004) foi um dos maiores fotodocumentaristas do século XX. Com sua câmera Leica, registrou uma Europa abalada pela guerra, a vitória comunista na China e cenas cotidianas de Paris. Retratou artistas e escritores de seu tempo como Alberto Giacometti, Jean-Paul Sartre e William Faulkner. Em 1947, fundou a agência Magnum, junto a Robert Capa e outros fotojornalistas. Com uma apresentacão do historiador da arte Jean Clair e uma seleção de suas fotografias fundamentais, este livro oferece uma primorosa introdução à sua obra.
  • Elliott Erwitt. Coleção Photo Poche. Texto: Ellitt Erwitt. Edição Cosac Naify. 144 páginas. Elliott Erwitt é um fotógrafo do desconcerto. Americano nascido em Paris, filho de russos e criado na Itália, esse fotojornalista trabalha há mais de 50 anos para a mítica agência Magnum e rodou o planeta registrando imagens originais, engraçadas e poéticas. Um bovino em Katmandu, um casal na Sibéria, um cavalo em Brasília, Marylin Monroe em Nevada e cachorros do mundo todo - porque ninguém jamais fotografou cães como ele. Neste livro, primeira publicação sobre o artista no Brasil, o leitor encontrará 63 fotografias essenciais e depoimentos do próprio Erwitt sobre sua obra, na qual, diz ele: "tudo é sério, e nada é sério".
  • Man Ray -  Coleção Photo Poche. Texto Merry A. Floresta. Editora Cosac Naify. 144 páginas. Man Ray (1890-1976) é conhecido como o grande fotógrafo do surrealismo. Iniciado na pintura desde jovem, passou a usar a câmera fotográfica para produzir imagens artísticas. Suas "raiografias", definidas por Jean Cocteau como "quadros pintados com a luz", foram inovações perturbadoras no contexto de uma visão moderna da fotografia como documento da realidade. Essa técnica tomou-se para ele um modo de expressão com o qual explorou composições abstratas e o campo do fantástico. Fez ainda retratos memoráveis de seus contemporâneos, como Marcel Duchamp, Henri Matisse, André Breton.
  • Museu da Inconfidência. Textos Rui Mourão, Dora M. S. Alcântara. Instituto Cultural Safra. 350 páginas.
  • Museu Nacional da UFRJ. Pesquisa e texto histórico: Maria Paulo Van Biene, Maria José Veloso da Costa Santos. Instituto Cultural Safra. 360 páginas. Capa dura.
  • Fundação Iberê Camargo. Textos: Monica Zielinsky, Ronaldo Brito, Rodrigo Naves. Instituto Cultural J. Safra. 360 páginas. Capa dura.
  • Catálogo. Guima - Paisagens e Marinhas: O Vale do Paraíba. Texto: Jacob Klintowitz. Ranulpho Galeria de Arte, São Paulo, 1982. 10 páginas.
  • Cristina Canale - Faces. Textos: Galciane Neves, Victor Gorgulho. 220 páginas.
  • Beatriz Milhazes - Um Itinerário Gráfico. Curadoria: Luiza Interlenghi. SESC - Rio de Janeiro, 2014. 96 páginas.
  • Beatriz MIlhazes - Avenida Paulista. Textos: Adriano Pedrosa, Amanda Carneiro, Estrella de Diego, Isabel Carlos, Ivo Mesquita, Jo Applin, Luiza Interlenghi, Yuko Hasegawa. MASP - Museu de Arte de São Paulo. 370 páginas. Capa dura. Beatriz Milhazes é uma artista central na arte contemporânea brasileira, no panorama da pintura internacional e na história recente da abstração. Milhazes trabalha com um complexo repertório de imagens associadas a diversos motivos, origens e fontes, primordialmente em pintura, mas também em gravura, colagem, desenho, escultura e têxteis. Suas composições são intrincadas, densas, multicoloridas e literalmente cheias de camadas  de cores, tintas, papéis e significados. As fontes são diversas e plurais  do modernismo ao barroco, da chamada arte popular à cultura pop, da moda à joalheria, da própria história da arte à natureza, da arquitetura à abstração.Este livro acompanha a maior exposição dedicada ao trabalho da artista, Beatriz Milhazes: Avenida Paulista. Seu título faz referência ao nome da avenida em que estão situadas as duas instituições que coorganizam o projeto: o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e o Itaú Cultural. A publicação, em capa dura com serigrafia, é ricamente ilustrada, com quatro capas distintas, dois tipos de papéis, abrangendo a produção da artista de 1989 até 2020, além de contar com nove textos inéditos sobre sua obra, abordando múltiplos aspectos de sua produção. Trata-se de um livro indispensável para quem acompanha ou quer conhecer o trabalho de Beatriz Milhazes, uma das artistas mais significativas da cena brasileira e internacional no século 21.
  • Daniel Senise. Texto crítico: Caru Duprat. Coleção Folha Grande Pintores Brasileiros. 92 página. Capa dura.
  • Manfredo de Souzanetto. Circuito Atelier. Marília Andrés Ribeiro (entrevista e organização. 96 páginas.
  • Paulo Pasta. Extenso texto crítico por Caru Duprat. Coleção Folha Grandes Pintores. 94 páginas. Capa dura.
  • Gonçalo Ivo - Aquarelas. Textos José Maria Dias da Cruz, Edgar Lyra, Gonçalo Ivo. Andrea Jakobsson. 168 páginas. Capa dura, sobrecapa, grande formato. Textos em português, inglês e francês.
  • Adriana Varejão. Extenso texto crítico por Marcos Moraes. Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros. 92 páginas. Capa dura.
  • Newton Mesquita - Desígnio. Curadoria: Fábio Magalhães. Catálogo editado por ocasião da mostra ocorrida na FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado / Editora Capella. 80 páginas.
  • Newton Mesquita  Fragmentos de uma Poética do Mundo. Texto Jacob Klintowitz. Instituto Olga Kos, São Paulo, 2019. 160 páginas. Capa dura, sobrecapa. Textos em português e inglês.
  • Fernando Lucchesi. Entrevista e organização: Fernando Pedro da Silva, Marília Andrés Ribeiro. Edição Circuito Atelier. 96 páginas

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